Macabro: Diário de atirador de Campinas é descoberto e fala de mais massacres


Atirador de igreja em Campinas escrevia em diário ideias confusas.  Nesta terça-feira,  11 de dezembro, o Brasil se assustou com um atentado realizado em uma igreja de Campinas, no interior de São Paulo.

Euler Fernando Grandolpho abriu fogo contra fiéis dentro da igreja durante uma missa, matou 4 e depois se suicidou.  Nesta quarta-feira, 12, detalhes sobre como era a personalidade do atirador foram dados pela imprensa.

Diário de atirador de Igreja de Campinas é encontrado

A Polícia Civil de São Paulo, agora busca encontrar motivações para o crime que aconteceu na igreja de Campinas. Nos materiais de Grandolpho que foram recolhidos, um dos que mais chamou a atenção foi um diário que o homem faz, possivelmente, uma referência ao massacre no Ceará e outro em uma escola de Realengo. Parte dos materiais digitais ainda não foram periciados, uma vez que continham senhas e proteções por softwares que dependem de algum tempo até que os especialistas quebrem a encriptação e as proteções.

Como garante o site “Mr NEws”, no primeiro trecho que despertou a atenção dos policiais, ele diz que passeava com o cão e alguém gritou ‘e aí Ceará’ às paredes, falando do massacre que o estado viveu há alguns meses.

Na sequência, em 31/01 deste ano, ele teria dito ‘E aí Realengo’, uma possível referência  ao massacre em uma escola na região do Rio de Janeiro.

João Costa

João Costa é o nosso Editor Chefe. Formado em publicidade e direito pela USP, o João teve passagens pelos principais meios de notícias nas mídias sociais brasileiras. Com amor e dedicação ao jornalismo, atualmente João comanda a redação do "Notíciagora".