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Reviravolta no caso Ísis Helena: defesa alega que mãe confessou o crime sob tortura e perícia aponta que corpo encontrado não pertence a menina

Um dos casos mais delicados que o Brasil já viu, que acabou ganhando repercussão nacional da mídia, pode sofrer uma grande reviravolta agora com uma descoberta da defesa. O corpo encontrado e que se pensava ser de Ísis, pode não pertencer a criança.

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O caso foi dado como “esclarecido” ainda em abril, quando Jennifer Natalia Pedro confessou ter matado a filha e indicou o paradeiro do corpo. Ela foi indiciada por homicídio doloso e o processo ainda está em curso. Mas tudo isso pode mudar agora.

A advogada da mãe, Luiza Helena Sanches, contratou uma perícia particular para examinar a ossada da criança e agora afirma que o laudo confirma que o corpo não pertence a Ísis. A descoberta pode colocar o caso de volta a estaca zero.

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ENTENDA O CASO

Ísis Helena foi dada como desaparecida em 2 de março e desde então a mãe acabou se tornando a maior suspeita. Jennifer confessou ter matado a filha e afirmou que teria jogado o corpo no rio. Mais tarde, mudou a versão e apontou o local onde um corpo foi encontrado.

Continua na próxima páginaEste corpo foi atribuído a Ísis Helena pela polícia, embora o laudo oficial tenha sido inconclusivo. De acordo com a perícia, não havia conclusão alguma tanto em relação a identidade de a quem pertencia a ossada, como também ao motivo da morte da criança cujo a ossada foi localizada.

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Mesmo com os laudos inconclusivos, a polícia encerrou o inquérito e apresentou denúncia contra Jennifer. O Ministério Público acolheu a denúncia e a prisão preventiva foi decretada. A defesa da mãe usou o laudo inconclusivo para promover a própria perícia particular.

Essa nova perícia foi mais conclusiva e aponta que o corpo não pertence a Ísis Helena. Sanches afirma que muitas informações não batem, como: tamanho do crânio, arcada dentária e “todas as outras coisas”. A advogada se mostra confiante de que pode provar que o corpo não é da criança.

Sanches afirma ainda que identificou muitos erros no processo e chegou a dizer que nunca viu nada igual. Agora é esperado o resultado de um exame de DNA que vai provar se o corpo realmente pertencia a criança de apenas 1 ano e meio.

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Escrito por Roberta R

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