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Rússia sai na frente e poderá ter a primeira vacina contra a Covid-19; Brasil pode produzir o medicamento

A Rússia surpreendeu o mundo ao anunciar que dentro de duas semanas poderá ter a primeira vacina contra a Covid-19. Na segunda-feira (27), o instituto de virologia Vector, que é um órgão estatal russo, deu início à segunda fase dos testes em humanos.

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De acordo com a agência de notícias RIA, o primeiro voluntário recebeu o medicamento e continua sem apresentar nenhum problema até o momento.

Um registro feito pelo governo russo revela que o instituto Vector está avaliando a vacina que foi desenvolvida sob uma plataforma utilizada pela primeira vez para combater o ebola.

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Cerca de 100 voluntários deverão participar destes testes, serão pessoas com idades que variam de 18 a 60 anos. A Vector está analisando seis vacinas diferentes contra a Covid-19, segundo informou a Organização Mundial da Saúde.

E o Instituto Gamaleya já concluiu os estudos de seus primeiros testes em humanos, sendo que esta é uma vacina que tem como base o adenovírus, agora o medicamento poderá começar a ser produzido em grande escala já no mês que vem.

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E o Paraná está negociando com a Rússia para produzir a vacina contra o coronavírus no Brasil. Os russos estão empolgados com os resultados obtidos até agora nos testes realizados e o embaixador do país no território brasileiro se reunirá com o governador Ratinho Júnior, para uma possível parceria. Se tudo der certo, o Paraná começará a produzir a vacina da Rússia e também distribuí-la.

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Escrito por Russel Morais

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