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Veterano de guerra que se recusou a usar máscara dizendo que pandemia era “sensacionalismo” morre infectado pela Covid-19; familia lamenta e diz que sirva de exemplo

Um americano veterano de guerra, de 37 anos, morreu pelas complicações da covid-19, logo após se recusar a fazer a quarentena e usar máscaras, dizendo que se tratava de um “sensacionalismo”.

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Cerca de três meses antes de ser contaminado, o homem chegou a publicar nas redes sociais, em sua conta do Facebook, dizendo que não iria comprar uma máscara e não iria usar uma, porque havia chegado até aquele momento acreditando que a pandemia era um “maldito sensacionalismo”. Seu nome era Richard Rose, conhecido por seus amigos como Rick.

Depois de ter publicado essa frase nas redes sociais, já em julho, ele chegou a escrever que estava com covid-19 e disse que a única coisa que queria era se sentir bem de novo. Rick relatou que estava em quarentena e nas duas semanas seguintes não poderia sair de casa, lamentando o quanto era horrível, que estava com falta de ar e se sentindo muito mal. No dia 4 de julho, ele morreu em casa.

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Agora, Richard está sendo massacrado nas redes sociais pela decisão de não usar a máscara e descredibilizar a doença. Um amigo do veterano rebateu as críticas, dizendo que todos precisam ter compaixão nessas horas, independente das pessoas não concordarem com a postura de seu amigo, ele morreu e é preciso ter alguma compaixão em meio a isso no momento presente.Muitas publicações foram feitas pelo veterano de guerra em sua conta do Facebook quando estava com vida. No mês de maio, ele postou que estava “cansado” da história da covid-19. Em seguida, ele publicou um meme comparando niqab árabe, vestimenta típica que cobre o rosto, só deixando os olhos a mostra, com uma máscara de proteção.

Já no mês de junho, ele marcou presença em bares pela rede social, além de compartilhar ter ido a uma piscina pública ao ar livre lotada de pessoas. Em seguida, ele anunciou que testou positivo para o coronavírus.

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O homem não era casado, não tinha filhos, não tinha doença pré-existente. A família dele falou que foi uma tragédia, aconteceu por que ele tomou esse tipo de atitude e quer que esse caso sirva de exemplo para as pessoas, que devem se cuidar porque é uma doença séria.

O veterano esteve duas vezes no Iraque e no Afeganistão e sempre estava presente ajudando nas campanhas de prevenção ao suicídio de ex-servidores. A família disse que ele gostava de animais, principalmente de gatos, e gostava de estar ativo nas redes sociais.

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Escrito por Cláudia LM

Colunista de notícias dedicada a escrever artigos de qualidade sobre saúde, TV, notícias de grande repercussão, notícias gospel e demais assuntos.